O caixa da entidade fecha sozinho.

Para entidades estudantis. A camiseta nova é produzida só depois de vendida — sem lote pago na frente, sem estoque parado na sede. Comanda do bar, ingresso, balcão e mensalidade de sócio no mesmo caixa, com o PIX caindo na hora direto na conta da entidade.

Sem taxa nossa sobre a venda — a entidade paga só a do PIX, ao provedor dela. A receita da Unifica é assinatura.

Atlética, centro acadêmico, DA e DCE, bateria, liga acadêmica, empresa júnior — se a entidade movimenta dinheiro de estudante, é pra ela.

Cena 1 de 6: Loja

Terça, 14h22 · loja da entidade

Moletom da coleção 2026

tamanho GG

R$ 189,00

Em produçãosai do parceiro direto pra casa do torcedor
Peça parada na sede
nenhuma
Sobra pra entidade
+ R$ 62,00

A peça só é produzida depois de vendida. Capital adiantado: zero.

Hoje o caixa da entidade mora em três lugares — e nenhum deles fecha.

  • o PIX no CPF de alguém
  • o caderninho do bar
  • a planilha da madrugada

Venda que não foi anotada, estoque no chute e prestação de contas remontada de memória. A Unifica aposenta os três: o registro nasce junto com a venda, num lugar só.

Da fila do bar ao caixa fechado.

  1. O vendedor toca os produtos

    O PDV é o celular de quem está no balcão: lista de produtos, toque, total na tela. Feito pra usar com uma mão, com pressa e luz forte.

  2. O comprador paga o PIX

    QR code ou copia-e-cola. O dinheiro cai na hora, direto na conta da entidade — não passa por conta de terceiro, nem pela nossa.

  3. O resto acontece sozinho

    Pagamento confirmado, estoque baixado, caixa registrado. Ninguém anota nada — e a prestação de contas já está pronta.

A camiseta nova sem o lote inteiro pago na frente.

Lançar uma coleção costumava ser uma aposta: a entidade comprava tudo antes de vender a primeira peça, e o que sobrava de tamanho GG dormia na sede até o ano seguinte. A loja sob demanda inverte a ordem — a peça só é produzida depois de vendida, por um parceiro que a Unifica traz junto.

  • Capital zero

    A entidade não compra lote nenhum antes. Quem paga a produção é a venda que já aconteceu — não a reserva do ano passado.

  • Sortimento infinito

    Todo tamanho, toda cor, toda estampa no ar ao mesmo tempo. Não sobra peça encalhada, porque não existe peça parada.

  • Chega na casa do torcedor

    O parceiro produz e envia direto. A entidade não embala, não vai ao correio e não guarda caixa empilhada na sede.

Quem manda no preço é a entidade: ela vê quanto o parceiro cobra e quanto sobra por peça, com a entrega já embutida — sem susto de frete no fim da compra. E vale a mesma promessa do resto do produto: sem taxa nossa sobre a venda.

Quem já vende no balcão não recomeça nada: é o mesmo catálogo, o mesmo caixa e a mesma prestação de contas. O que muda é que a peça sai do parceiro direto pra casa de quem comprou.

Quero abrir a loja da minha entidade

Tudo que entra e sai da entidade, num lugar só.

Não é um sistema de venda com relatório colado no fim. É o caixa da entidade inteiro — o balcão, o evento, o depósito e a tesouraria escrevendo no mesmo livro, na hora em que a coisa acontece.

No balcão

  • PDV no celular

    Toca o produto, mostra o total, cobra. Feito pra uma mão, com pressa e luz forte.

  • PIX na hora

    QR ou copia-e-cola. O dinheiro cai direto na conta da entidade, sem passar por ninguém.

  • Dinheiro entra igual

    Venda em espécie é registrada do mesmo jeito — o caixa do evento não fica pela metade.

  • Desconto com limite

    Quem pode dar, e até quanto, é definido por papel. Ninguém combina desconto no grito.

No evento

  • Comanda por QR

    A pessoa carrega a comanda pelo app e o bar lê o QR no celular dela. O saldo baixa a cada rodada, e o dinheiro entrou na conta antes da primeira.

  • Ingresso da própria entidade

    Lote, meia e limite de vagas. Sem taxa de conveniência mordendo o preço do estudante.

  • Portaria valida na hora

    O QR entra uma vez só. Quem está na porta não confere lista de papel.

  • O evento fecha com número

    Quanto entrou, quanto saiu, o que vendeu e o que sobrou — por evento, não por mês.

No estoque

  • Baixa a cada venda

    Ninguém digita saída. O que saiu do balcão já saiu do estoque.

  • Nada é vendido duas vezes

    A última unidade fica reservada enquanto a cobrança está aberta, e volta se ela expirar.

  • Consumo e artigo separados

    A cerveja vira num evento; a camiseta dura o semestre. Olhar os dois juntos não responde nada.

  • Giro por produto

    O que sai e o que encalha, com número. É por onde se decide a próxima compra.

Na tesouraria

  • Livro-caixa sem rasura

    Todo lançamento fica pra sempre. Correção é estorno novo, com data e autor — nunca linha apagada.

  • DRE e projeção de caixa

    O resultado do semestre e o que vem pela frente, sem remontar planilha de memória.

  • Prestação de contas pronta

    A assembleia recebe relatório, não print de extrato com PIX de gente física no meio.

  • Cada papel vê só o que deve

    Vendedor vende, gestão cuida do catálogo, tesoureiro enxerga o caixa. É regra do sistema.

Pra entrar dinheiro novo

  • Loja sob demanda

    Artigo produzido depois de vendido e entregue na casa do torcedor. Sem lote pago na frente.

  • Pré-venda com meta

    A coleção só é produzida se bater o mínimo. Não bateu, ninguém fica com prejuízo.

  • Plano de sócios

    Mensalidade cobrada sozinha, todo mês. Receita que não depende do próximo evento.

  • Inscrição de campeonato

    O time se inscreve e paga pelo sistema. O controle para de morar num grupo de mensagem.

Quatro promessas. Quebrar qualquer uma é quebrar o produto.

Sem taxa sobre a venda.

A gente não ganha porcentagem do que você vende. A receita da Unifica é assinatura — a entidade paga só a taxa do provedor de pagamento dela, como pagaria de qualquer jeito.

Vendeu mais? O dinheiro a mais é seu, não nosso.

  • O dinheiro nunca passa pela gente

    A venda liquida direto na conta da entidade. A gente não guarda, não repassa e não segura o seu dinheiro — por desenho, não por promessa.

  • Caixa sem rasura

    Todo lançamento fica registrado pra sempre. Errou? A correção é um estorno novo, com data e autor — nunca uma linha apagada.

  • Cada papel vê só o que deve

    Vendedor vende, gestão cuida de produto e estoque, tesoureiro enxerga o caixa. A divisão é regra do sistema, não combinado de confiança.

Um app, três cadeiras.

Vendedor

Abre o PDV no celular e vende. Vê o catálogo, o total e as próprias vendas — e mais nada atrapalhando.

Gestão

Cadastra produtos, acompanha o estoque e também vende. O que entra e o que sai passa por aqui.

Tesoureiro

Enxerga tudo: caixa por dia, pagamentos, mais vendidos, equipe. É a prestação de contas em tempo real.

E o comprador? Não instala nada: aponta a câmera pro QR, paga e pronto.

Ninguém entrou na entidade pra virar contador.

Atlética, centro acadêmico, bateria, liga: todas se sustentam com evento, bar, camiseta e muita gente se revezando no balcão. E quase sempre quem carrega isso é um tesoureiro contando moeda de madrugada, com o caixa espalhado entre o PIX de alguém e uma planilha que ninguém mais entende.

A Unifica existe pra tirar esse peso de quem se voluntariou pra fazer a entidade acontecer. A tecnologia que grandes empresas têm no caixa delas, do tamanho e do preço de uma organização estudantil.

E com um compromisso no alicerce: o dinheiro é da entidade, o registro é de todos e a confiança não depende de ninguém ser santo — o sistema é que não deixa errar.

No próximo evento, o caixa fecha sozinho.

Conta pra gente qual é a sua entidade e quando é o próximo evento — a gente configura junto e você já vende por lá.

Quero usar na minha entidade
Unifica — gestão financeira para entidades estudantis